Sinopse
De acordo com a própria
evolução humana, no Século XXVII, Isabele Constantine se propõe a uma saga no
mínimo surpreendente e inusitada. Os homens já se comunicam telepaticamente e
ao se entregar a estudos e pesquisas desenvolve um equipamento capaz de transportá-la
a qualquer parte do incomensurável Universo. Descobre inicialmente que este
mesmo Universo está repleto de vida e não obstante, habitados por seres
humanos, pessoas como nós vivendo experiências que se diferenciam apenas no
estado evolutivo comprometidas apenas com épocas diferentes em relação há seu
tempo. A oportunidade de poder estar presente entre estes seres, obviamente
permite o equívoco de a considerarem como Deusa. Relutante, tenta mostrar e
provar que seus feitos não são divinos, mas oriundos dos efeitos causados por
esta mesma evolução em curso, e que no futuro, também serão alcançados por
eles. As questões de religiosidade e fé transformam-se em dilemas obrigando a
protagonista a tomar decisões espetaculares interferindo significativamente no
adiantamento desses povos.
Yron, o primeiro Planeta, com
dois Sois e duas Luas (1600 a 1900) tem nuvens cor de rosa e montanhas
gigantescas, mares de água potável e é regido pelo Deus Pory, seguido de
Thronos um Planeta medieval (1200 a 1500), iluminado pela poeira cósmica e
comandado por dois Reis nas duas únicas Nações que são regidas por dois Deuses:
Mor e Aton. Por último e não menos relevante neste volume, o Planeta Zywamner
(2000). Nunki (Sigma Sagittarii) é a estrela orbitada pelo Planeta e a noite
recebe a visita de Flow, a maior Lua desta Galáxia e tem como principal regente
o Deus Sião.


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